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Quando chega a hora de trocar a impressora do escritório, a pergunta repete-se: compramos ou fazemos renting? Não há uma resposta igual para todas as empresas, mas há contas simples que ajudam a decidir.
O que se paga quando se compra
Na compra, o investimento é feito de uma vez. A seguir vêm os custos que muitas vezes ficam esquecidos no orçamento: toners, tambores, unidades de fusão, deslocações do técnico e reparações fora da garantia. Numa multifunção que imprime alguns milhares de páginas por mês, estes custos ao longo de quatro ou cinco anos ultrapassam com facilidade o preço do próprio equipamento.
O que se paga no renting
No renting paga-se uma renda mensal fixa durante o contrato. Normalmente estão incluídos o equipamento, a manutenção, a assistência técnica e os consumíveis, com um número de cópias por mês e um preço por cópia acima desse volume. A empresa não imobiliza dinheiro e sabe exatamente quanto vai gastar.
Quando o renting compensa
- Imprime todos os meses um volume previsível, mesmo que pequeno.
- Não quer gerir encomendas de toners nem chamar técnicos à parte.
- Quer equipamento recente, com digitalização para e-mail e para pastas de rede.
- Prefere uma despesa mensal a um investimento de uma só vez.
Quando a compra pode ser melhor
- Imprime muito pouco e de forma irregular.
- Já tem uma equipa interna que trata da manutenção.
- Precisa apenas de uma impressora simples, sem digitalização nem finalização.
Como fazer as contas
Some o que gastou no último ano em toners, peças e assistência e divida por 12. Compare esse valor com a renda mensal proposta. Não se esqueça de contar o tempo perdido com avarias e encomendas: também é dinheiro.
Se quiser, fazemos essa comparação por si. Envie-nos o modelo atual e quantas páginas imprime por mês, e preparamos uma proposta de renting com multifunções Konica Minolta.